Monday, September 6, 2010

20 Locais Notáveis do concelho de Vila Nova de Foz Côa

-Igreja Matriz de Vila Nova Foz Côa (*) -Pelourinho de Vila Nova Foz Côa (*) -Solar do Visconde de Almendra (*) -Paisagem de Castelo Melhor  com panorama na Capela de  São Gabriel (*) -Paisagem na E. N. 332 entre Almendra e a Estação de Caminho de Ferro de Almendra (*) -Miradouro da Mata dos Carrascos (Santo Amaro) (*) -Miradouro de S. Martinho (Seixas) (*) -Miradouro de Santa Bárbara (Mós) (*) -Panorama do Santuário da Nossa Senhora do Viso (Custóias) (*) -Castelo de (Ler o artigo completo)

Núcleo da Penascosa -Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (****)

Visitar as gravuras rupestres do núcleo arqueológico da Penascosa do Parque Arqueológico do Vale do Côa, no concelho de Vila Nova de Foz Côa ao luar é um momento singular. Envolvidos por brisa deleitosa, sentindo o murmúrio da rio a correr em leito xistoso em bela praia fluvial, com aquele coaxar de rãs insuperável…  Quando se acendeu a iluminação artificial do primeiro painel, ouviram-se fragores de estupefacção; o que se viu adquiriu uma transcendência (Ler o artigo completo)

Parque Arqueológico do Vale do Côa-Artigo do Diário de Notícias, por Maria José Margarido

 “O vale do Côa seria, no Paleolítico Superior, um paraíso na terra, um local com um microclima tão mágico que, por aqui, a Primavera não resistiria a espraiar-se até Setembro – e com ela a época de acasalamento entre animais. O ambiente peace and love levou as gravuras rupestres de Foz Côa a excluir qualquer representação de cenas bélicas entre auroques – antepassados dos actuais bois -, cabras, corços, veados e cavalos, e do homem com estes. Num (Ler o artigo completo)

Paisagem na E.N. 332 entre Almendra e a sua estação de caminho de ferro (Vila Nova de Foz Côa) (*)

Uma das mais belas estradas para vermos as “Amendoeiras em Flor” é a freguesia de Almendra e a estrada que vai até a sua estação junto ao rio Douro é magnífica. São uns doze km, cheios de motivo de interesse, e que, entre Fevereiro e Outubro, ficarão perpetuados para todo o sempre na nossa memória. Se em Fevereiro são as radiosas amendoeiras em flor, que nesta região -entre Castelo Melhor e a estação de Almendra- são as mais belas dos País; na primavera verá e sentirá (Ler o artigo completo)

Núcleo de gravuras rupestres da Ribeira de Piscos-Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (****)

Depois do primeiro artigo sobra o Núcleo da Canada do Inferno (**), segue-se o extraordinário núcleo da Ribeira dos Piscos (****), não apenas pelo valor arqueológico, mas também pela paisagem excepcional, principalmente na épocas das “amendoeiras em flor” ou na Primavera. Primeiro viajamos em “todo o terreno”, e depois a pé, por entre uma paisagem de sonho; o núcleo da Ribeira dos Piscos é em si uma experiência inolvidável a aurora da humanidade. A primeira vez que (Ler o artigo completo)

Povoado de Castelo Velho de Freixo de Numão (Vila Nova de Foz Côa) (**)

O Povoado de Castelo Velho em Vila Nova de Foz Côa, é um lugar imponente como miradouro e como “sítio arqueológico” e que desmente a nossa teoria usual sobre os “castros”. “Porque razão as populações de há 5 000 anos- que viviam espalhadas pelo território, caçando, pescando, recolhendo alimentos, cultivando pequenos campos, ou apascentando ovelhas, cabras, porcos e bois- aplicariam as suas melhores energias nestes locais altos, sobranceiros, onde ao apenas uma minoria (Ler o artigo completo)

Núcleo da Canada do Inferno-Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (**)

Neste núcleo saímos da sede do Parque Arqueológico do Vale do Côa, em Vila Nova de Foz Côa. A paisagem até ao local está longe da beleza dos núcleos da Ribeira dos Piscos (****) ou da Penascosa (****), apesar de, por vezes, visionarmos o grandioso Douro, a nossa direita, um ou outro pombal, por vezes algumas amendoeiras, mas a sensação que fica, é a da aridez e monotonia desta paisagem xistenta, boleada e retentora de calor. Xisto, este, e desculpai-me o tom geológico, que foi (Ler o artigo completo)

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